terça-feira, 30 de outubro de 2012

Uniões consensuais crescem no País

 


Caracterizadas pelas relações estáveis, as uniões consensuais já representam mais de um terço dos casamentos no país. Entre os anos de 2000 e 2010, esse tipo de união subiu de 28,6% para 36,4% de acordo com o Censo Demográfico 2010, divulgado recentemente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE).

Segundo o levantamento, o estado conjugal é influenciado por convicções religiosas. A união consensual é mais comum entre pessoas que se declaram sem religião (59,9%). O modelo tradicional de casamento civil e religioso, no entanto, ainda é preferido por 46% dos brasileiros evangélicos.

O aumento de uniões consensuais foi registrado em todos os Estados, entre pessoas de até 39 anos. O Amapá apresentou o maior percentual do País (63,5%) de pessoas que vivem em união consensual. Minas Gerais apresentou o menos índice (25,9%). Após 40 anos a união civil e religiosa é mais frequente, embora tenha registrado queda de acordo com a pesquisa. O número de casamentos caiu de 37%  para 34,8%. Os solteiros continuam representando mais da metade da população. A proporção de divorciados quase dobrou no País, passando de 1,7% para 3,1%. Entre as localidades que registraram aumento, o Maranhão foi o que teve o menor percentual de pessoas divorciadas com 1,2%. O Censo 2010 apontou, ainda, que os homens se casam, em média, com 26 anos de idade. O Sudeste é a região onde homens e mulheres se casam mais tarde. Eles com 27 anos. Elas, com 24.
Fonte: Folha Universal

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