terça-feira, 26 de agosto de 2014

Energia elétrica tira 15,2 milhões de pessoas da escuridão


Imagina se você não pudesse ver televisão. Nem curtir qualquer coisa na internet. Se fosse obrigado a acender uma vela para estudar à noite. Se não tivesse direito de tomar uma água gelada ou um banho quente.
Parece ficção do século 19, mas era a realidade de boa parte da nossa população em pleno século 21. O Programa Luz para Todos, criado em 2003 pelo governo Lula, quando a presidenta Dilma ainda era ministra de Minas e Energia, garantiu acesso de energia elétrica 12,2 milhões de brasileiros.
Além dos benefícios básicos como comprar geladeiras, televisões, computadores; pequenos produtores uniram-se em cooperativas e, graças ao crédito facilitado, investiram em trituradores de ração, freezers para conservar o pescado, sistemas de irrigação. O Luz para Todos é uma espécie de máquina do tempo: ajuda a vencer o passado e construir o futuro.
A deputada Luciana apoia a política que rege programas para garantir direitos básicos como energia à toda população. Na área de energia, além do Programa Luz para Todos, a deputada Luciana Santos, atuou pela aprovação na Câmara dos Deputados da Medida Provisória 579, que reduziu a tarifa de energia elétrica. “A energia corresponde a cerca de 3,3% do cálculo do IPCA - Índice de Preços ao Consumidor Amplo, e tem impacto direto na vida do usuário. No estado de Pernambuco a medida garantiu o abatimento de 18,4% na tarifa, fora o beneficio ao setor produtivo - uma medida importante para estimular a produção e a competitividade da nossa indústria”, argumenta a parlamentar.
Muitas localidades ainda não foram alcançadas pelo programa. São priorizadas pelo Luz para Todos as pessoas domiciliadas em áreas de concessão e permissão cujo atendimento resulte em elevado impacto tarifário, de acordo com critérios a serem definidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL; as pessoas atendidas pelo Programa Territórios da Cidadania ou pelo Plano Brasil Sem Miséria, em sua ampla maioria localizadas nas regiões Norte e Nordeste; e os projetos de eletrificação em assentamentos rurais, comunidades indígenas, quilombolas e outras comunidades localizadas em reservas extrativistas ou em áreas de empreendimentos de geração ou transmissão de energia elétrica, cuja responsabilidade não seja do respectivo concessionário; e escolas, postos de saúde e poços de água comunitários.

Fabiane Guimarães, com informações do Portal Instituto Lula

Foto: Brasil da Mudança

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